
Uma hora ao telefone com a Amiga (não é difícil de ver quem é…) e lá estava ele preto no branco! O padrão, a fixação, a panka, o distúrbio emocional, a razão dos meus “casos”!
Decido escrever isto porque quanto mais penso nele, mas sentido faz, mas repetições desse padrão me aparecem ao longo da vida e também para o poder vir aqui ler sempre que quiser e tiver necessidade.
Pessoal, Amigos, Camaradas,
Eu quero ser o escolhido!
Eu explico: Ao longo da minha vida e tirando notáveis excepções, eu tenho a tendência para me envolver com mulheres que tenham casos/namoros/situações pendentes/pontas soltas com outros homens.
Porquê? Para entrar em disputa com eles e ser eu o escolhido.
Porquê? Porque tenho uma série de situações de ter sido preterido a favor de outros no início da minha adolescência e desde então tento repeti-las para as emendar. (basta lerem o “Patrícia” e o “Quem (não) tramou Roger Rabit” no Dabestof para verem isso.)
Porquê? Porque devo ter sentido em miúdo que não ter afecto da minha mãe se devia ao facto de ela dar atenção ao meu pai, com o qual tinha de competir. (Não havia afecto também entre eles, mas isso é outra história e de qualquer modo não sabia isso na altura)
Por tudo isso, não consigo resistir a uma moça com problemas relacionais, ou com um namorado/marido/gajo que não seja suficientemente bom (aos meus olhos, claro!) para ela. Quanto me deparo com uma rapariga assim, lá visto a minha roupinha de Príncipe Valente e ando por ai a tentar matar Dragões Inutilmente, porque elas continuam a ir para a cama com eles.
Gostam muito de mim, da minha companhia, sentem-se bem comigo porque sabem que eu estou ali sempre pronto para lhes colar os cacos em que ficam quando mais um cabrão as come à força toda e depois as cospe.
Porquê? Porque há um tipo de mulher que atrai gajos que só lhes vão fazer mal.
Porquê? Porque julgam que vão ser as Tais, as únicas, as que vão redimir o Cabrão. (nunca são…)
Porquê: Porque continuam dessa forma a tentar resolver uma relação com o pai delas. Não conseguem com o pai, tentam com outros.
Escrevi isto tudo de jacto e não sei se para vocês faz sentido ou não. Mas para mim faz e é isso que interessa!
Conclusões desta história toda:
1-Tenho claramente um padrão de comportamento que me é nocivo e que leva a relacionar-me com pessoas que não me fazem bem.
2 – Identificado o problema vamos ás soluções.
a) Evitar gajas com casos pendentes.
b) Evitar gajas que sejam imans de cabrões.
c) Cortar com todas as que conheço que estejam na categoria a) e b)
d) Tenho mais que fazer!
E pronto!
Sinto-me bem…

















